quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Atividade Avaliativa de Língua Portuguesa - 1ºA,B

Data da Entrega: Até Sexta-feira dia 10/02/12.

Vale 2,00 ponto e deverá ser realizado em duplas.Não esquecer de colocar o nome completo de ambos.

1) Acessar o link: http://clubedamafalda.blogspot.com/ (Acesso em 01/02/12 às 18h00)
2) Procurar a tirinha da Mafalda de número 411.
3) Responder o questionário referente a essa tira no programa WORD para, em seguida, e enviar ao e-mail katia.silva.1982@bol.com.br:
a) O que chama a atenção de Mafalda no primeiro quadro?
b) Conforme vestimentas do homem, vocês podem inferir a profissão dele?
c) O que acontece no segundo quadro?
d) No terceiro quadro é possível confirmar ou refutar a hipótese acerca da profissão do homem? O que lhes possibilitou isso?
e) Por meio da expressão fisionômica de Mafalda, verifica-se que ela ficou triste depois de seguir o homem e ver o que ele fez. Expliquem o motivo da tristeza.
f) É possível verificar uma crítica na tira? Se sim a quem ela é dirigida? Comentem.
g) A tira provoca humor? Comentem sua sensação ao lerem o texto.
h) A linguagem verbal esteve presente em todos os quadrinhos. Entretanto, em um, especialmente, ela teve maior relevância para o sentido. Em qual quadro foi? Expliquem o porquê.
i) Nesse sentido, o que podemos falar sobre as linguagens verbal e não verbal na composição da tirinha?
4) Procurem na internet uma tirinha (de qualquer personagem) que contenha predominantemente a linguagem não-verbal (cite o link com data de acesso) e respondam:

a) Na opinião de vocês, qual tipo de linguagem (verbal ou não verbal) teve maior relevância à tira? Para isso pensem: será que a tirinha poderia ser apenas oralizada sem nenhum problema de entendimento? Expliquem.

Atividade obtida parcialmente a partir do site: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=8115 (neste consta o original, cujo acesso ocorreu em 01/02/12 às 17h30)

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Cartas Portulanas

Os primeiros '''portulanos''' foram confeccionados nas cidades de Gênova e Pisa,sendo o exemplar mais antigo que se conhece, datado de 1296. Angelo Dulcert Portolano, em 1300, aperfeiçoou as linhas loxodrómicas, dando o seu sobrenome a este tipo de representação. Outros estudiosos, entretanto, sustentam que o termo "portulano'’ foi utilizado pela primeira vez em 1285, com o sentido de ''descrição dos portos marítimos e das costas'’.

Posteriormente, destacou-se na sua produção a chamada "Escola de Maiorca", na ilha de Maiorca, reputadas pela beleza de sua ilustração.

Os portugueses também se destacaram na sua produção, especialmente no período do Infante D. Henrique e da lendária "Escola de Sagres".

A partir do século XVI o termo ‘'portulano'' difundiu-se e começou a ser aplicado a qualquer coleção de instruções náuticas, assim como aos mapas que as acompanhavam. A partir do século XIX o termo passou a designar, de forma genérica, as cartas marítimas produzidas até aos fins do século XVI.

Estima-se que restem atualmente um pouco mais de uma centena de exemplares desses primitivos mapas.

==Características==
Estes primitivos mapas eram manuscritos em pergaminho. Não dispunham de um sistema de coordenadas geográficas (latitude e longitude), mas sim de retas direcionais (linhas loxodrómicas ou de rumo) a partir de uma rosa-dos-ventos principal,que se entrecruzavam com outras linhas que partiam de rosas acessórias, dispostas ao redor da primeira. Este tipo de traçado permitia calcular os pontos de acerto de rota de navegação com o simples auxílio da bússola, instrumento de navegação inventado na antiga China e introduzido na Europa por mercadores islâmicos e muçulmanos.

http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Portulano&action=edit
(acesso em 04/04/2008)

IMAGENS,ACESSE:http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://bp2.blogger.com/_Hsy15Eq9SAg/R5Hyj96o_nI/AAAAAAAAAYA/9Y0ZkMV6JEY/s400/1485_pedro_reinel_01__carta_de_marear_de_l_atl_ntic_.jpg&imgrefurl=http://butronmaker.blogspot.com/&usg=__rZBtfNoOVVp_vEu3TKrvVYri8A4=&h=400&w=299&sz=23&hl=pt-BR&start=58&tbnid=BlEklz5YqOy1cM:&tbnh=124&tbnw=93&prev=/images%3Fq%3DCarta%2BPortulana%26start%3D40%26ndsp%3D20%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Crise nos EUA

16/08/2007 - 15h59
Entenda a crise com o mercado imobiliário nos EUA
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da Folha Online
Os mercados ao redor do mundo estão preocupados com o setor imobiliário nos Estados Unidos, que atravessou um boom nos últimos anos. O medo principal é sobre a oferta de crédito disponível, já que, há algumas semanas, foi detectada uma alta inadimplência do segmento que engloba pessoas com histórico de inadimplência e que, por conseqüência, podem oferecer menos garantia de pagamento --é o chamado crédito "subprime" (de segunda linha).
Justamente por causa do alto volume de dinheiro disponível ultimamente, o "subprime" foi um setor que ganhou força e cresceu muito. A atual crise, assim, é proporcional à sua expansão.
Como os empréstimos "subprime" embutem maior risco, eles têm juros maiores, o que os torna mais atrativos para gestores de fundos e bancos em busca de retornos melhores. Estes gestores, assim, ao comprar tais títulos das instituições que fizeram o primeiro empréstimo, permitem que um novo montante de dinheiro seja novamente emprestado, antes mesmo do primeiro empréstimo ser pago.
Também interessado em lucrar, um segundo gestor pode comprar o título adquirido pelo primeiro, e assim por diante, gerando uma cadeia de venda de títulos.
Porém, se a ponta (o tomador) não consegue pagar sua dívida inicial, ele dá início a um ciclo de não-recebimento por parte dos compradores dos títulos. O resultado: todo o mercado passa a ter medo de emprestar e comprar os "subprime", o que termina por gerar uma crise de liquidez (retração de crédito).

PARA VER A IMAGEM CLIQUE NO LINK:


http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u320606.shtml

Arte Folha
No mundo da globalização financeira, créditos gerados nos EUA podem ser convertidos em ativos que vão render juros para investidores na Europa e outras partes do mundo, por isso o pessimismo influencia os mercados globais.
O estopim para a tensão mundial foi justamente uma notícia vinda da Europa, de que o banco francês BNP Paribas, um dos principais da região, havia congelado o saque de três de seus fundos de investimentos que tinham recursos aplicados em créditos gerados a partir de operações hipotecárias nos EUA. A instituição alegou dificuldades em contabilizar as reais perdas desses fundos.
O mercado já monitorava há meses os problemas com esses créditos imobiliários. Quando a inadimplência dessas operações superou as expectativas, empresa após empresa nos EUA relataram problemas de caixa.
Os investidores, então, começaram a ficar preocupados com o tamanho do prejuízo. Principalmente porque ninguém sabe, até hoje, quanto os bancos e fundos de investimento têm aplicados nesses créditos de alto risco. E o caso do Paribas sinalizou que esses problemas e medos haviam atravessado as fronteiras.
Esse desconhecimento geral começou a provocar o que se chama de crise de liquidez (retração do crédito) no sistema financeiro. Num mundo de incertezas, o dinheiro pára de circular --quem possui recursos sobrando não empresta, quem precisa de dinheiro para cobrir falta de caixa não encontra quem forneça.
Para socorrer os mercados financeiros e garantir que eles tivessem dinheiro para emprestar, os principais bancos centrais do planeta --o BCE (Banco Central Europeu), o Federal Reserve (Fed, o BC americano) e o Banco do Japão, além de entidades da Austrália, Canadá e Rússia-- intervieram e liberaram bilhões de dólares em recursos aos bancos. O medo é que com menos crédito disponível, caia o consumo e diminua o crescimentos das economias.
Como a crise americana provoca aversão ao risco, os investidores em ações preferem sair das Bolsas, sujeita a oscilações sempre, e aplicar em investimentos mais seguros. Além disso, os estrangeiros que aplicam em mercados emergentes, como o Brasil, vendem seus papéis para cobrir perdas lá fora. Com muita gente querendo vender --ou seja, oferta elevada--, os preços dos papéis caem.
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fonte:http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u320606.shtml