segunda-feira, 13 de outubro de 2008

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Crise nos EUA

16/08/2007 - 15h59
Entenda a crise com o mercado imobiliário nos EUA
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da Folha Online
Os mercados ao redor do mundo estão preocupados com o setor imobiliário nos Estados Unidos, que atravessou um boom nos últimos anos. O medo principal é sobre a oferta de crédito disponível, já que, há algumas semanas, foi detectada uma alta inadimplência do segmento que engloba pessoas com histórico de inadimplência e que, por conseqüência, podem oferecer menos garantia de pagamento --é o chamado crédito "subprime" (de segunda linha).
Justamente por causa do alto volume de dinheiro disponível ultimamente, o "subprime" foi um setor que ganhou força e cresceu muito. A atual crise, assim, é proporcional à sua expansão.
Como os empréstimos "subprime" embutem maior risco, eles têm juros maiores, o que os torna mais atrativos para gestores de fundos e bancos em busca de retornos melhores. Estes gestores, assim, ao comprar tais títulos das instituições que fizeram o primeiro empréstimo, permitem que um novo montante de dinheiro seja novamente emprestado, antes mesmo do primeiro empréstimo ser pago.
Também interessado em lucrar, um segundo gestor pode comprar o título adquirido pelo primeiro, e assim por diante, gerando uma cadeia de venda de títulos.
Porém, se a ponta (o tomador) não consegue pagar sua dívida inicial, ele dá início a um ciclo de não-recebimento por parte dos compradores dos títulos. O resultado: todo o mercado passa a ter medo de emprestar e comprar os "subprime", o que termina por gerar uma crise de liquidez (retração de crédito).

PARA VER A IMAGEM CLIQUE NO LINK:


http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u320606.shtml

Arte Folha
No mundo da globalização financeira, créditos gerados nos EUA podem ser convertidos em ativos que vão render juros para investidores na Europa e outras partes do mundo, por isso o pessimismo influencia os mercados globais.
O estopim para a tensão mundial foi justamente uma notícia vinda da Europa, de que o banco francês BNP Paribas, um dos principais da região, havia congelado o saque de três de seus fundos de investimentos que tinham recursos aplicados em créditos gerados a partir de operações hipotecárias nos EUA. A instituição alegou dificuldades em contabilizar as reais perdas desses fundos.
O mercado já monitorava há meses os problemas com esses créditos imobiliários. Quando a inadimplência dessas operações superou as expectativas, empresa após empresa nos EUA relataram problemas de caixa.
Os investidores, então, começaram a ficar preocupados com o tamanho do prejuízo. Principalmente porque ninguém sabe, até hoje, quanto os bancos e fundos de investimento têm aplicados nesses créditos de alto risco. E o caso do Paribas sinalizou que esses problemas e medos haviam atravessado as fronteiras.
Esse desconhecimento geral começou a provocar o que se chama de crise de liquidez (retração do crédito) no sistema financeiro. Num mundo de incertezas, o dinheiro pára de circular --quem possui recursos sobrando não empresta, quem precisa de dinheiro para cobrir falta de caixa não encontra quem forneça.
Para socorrer os mercados financeiros e garantir que eles tivessem dinheiro para emprestar, os principais bancos centrais do planeta --o BCE (Banco Central Europeu), o Federal Reserve (Fed, o BC americano) e o Banco do Japão, além de entidades da Austrália, Canadá e Rússia-- intervieram e liberaram bilhões de dólares em recursos aos bancos. O medo é que com menos crédito disponível, caia o consumo e diminua o crescimentos das economias.
Como a crise americana provoca aversão ao risco, os investidores em ações preferem sair das Bolsas, sujeita a oscilações sempre, e aplicar em investimentos mais seguros. Além disso, os estrangeiros que aplicam em mercados emergentes, como o Brasil, vendem seus papéis para cobrir perdas lá fora. Com muita gente querendo vender --ou seja, oferta elevada--, os preços dos papéis caem.
Acompanhe as notícias em seu celular: digite o endereço wap.folha.com.br

fonte:http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u320606.shtml

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Mapa-Mundi (Continentes)

Estatuto do Idoso

Acessar o site:
http://www.planalto.gov.br/ccivil/LEIS/2003/L10.741.htm (Acesso em 22/09/2008)

Teoria Populacional Malthusiana

A teoria criada por Tomas Robert Malthus (1766-1834), economista e demógrafo inglês, e que ganhou o nome de “Malthusianismo” foi a primeira teoria populacional a relacionar o crescimento da população com a fome, afirmando a tendência do crescimento populacional em progressão geométrica, e do crescimento da oferta de alimentos em progressão aritmética.Durante os séculos XVIII e XIX houve um acentuado crescimento demográfico devido à consolidação do capitalismo e à Revolução Industrial que proporcionou a elevação da produção de alimentos nos países em processo de industrialização diminuindo a taxa de mortalidade (principalmente na Europa e nos EUA). Isto fez com que os índices de crescimento da população subissem provocando discussões que culminariam em diversas teorias sobre o crescimento populacional, destacando-se o malthusianismo. Lançada sob o título “Ensaio sobre o princípio de população e seus efeitos sobre o aperfeiçoamento futuro da sociedade, com observações sobre as especulações de Mr. Godwin, Mr. Condorcet e outros autores”, a teoria de Malthus caracteriza-se pelo grande pessismo em relação ao crescimento populacional.Malthus acreditava que o crescimento demográfico iria ultrapassar a capacidade produtiva da terra gerando fome e miséria.Segundo Malthus, as únicas formas de evitar que isso acontecesse seria reduzindo a taxa de natalidade através da proibição de que casais muito jovens tivessem filhos, do controle da quantidade de filhos por família nos países pobres, do aumento do preço dos alimentos e da redução dos salários para forçar as populações mais pobres a ter menos filhos. Entretanto, Malthus argumentava que a alta taxa de mortalidade e fecundidade seriam praticamente impossíveis de reduzir uma vez que eram conseqüências de fatores fora do alcance da intervenção humana. Por isso, ele defendia que desastres como a fome, a epidemia e a guerra eram benéficas no sentido de serem um controle para o crescimento populacional. Dentre os que se opunham à teoria de Malthus destacou-se Jean-Antonio Nicholas Caritat, o Marquês de Condorcet (1743-1794). Ele acreditava que as altas taxas de mortalidade e fecundidade registradas na época eram devidas à ignorância, às superstições e ao preconceito e que apenas “as luzes da razão” seriam capazes de reverter essa situação. Sua teoria, publicada entre 1793 e 1974, se intitulava “Esboço de um quadro histórico dos progressos do espírito humano” e, ao contrário de Malthus, apresentava uma visão bastante positiva do progresso humano.

Fonte:ALVES, J. E.D. A polêmica Malthus versus Condorcet reavaliada à luz da transição demográfica. Texto para discussão da Escola Nacional de Ciências Estatísticas, ENCE/IBGE, nº4, Rio de Janeiro, 2002.
Retirado do site: http://www.infoescola.com/geografia/teoria-populacional-malthusiana/
acesso em 22/09/20008

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Trabalho...


7as Séries: A,B,C,E, e F
Trabalho de Confecção de Mapa


**************Utilizar o gráfico abaixo como subsídio:*********

Consumo per capita de energia nas diversas regiões do mundo em 2001 (em toneladas de equivalente petróleo – TEP)

AMÉRICA DO NORTE 6,93
AMÉRICA CENTRAL E DO SUL 1,23
EUROPA OCIDENTAL 3,77
EUROPA ORIENTAL E RÚSSIA 3,33
ORIENTE MÉDIO 2,61
ÁFRICA 0,38
ÁSIA E OCEANIA 0,82
MÉDIA MUNDIAL 1,64
Fonte: Department of Energy. Washington (DC) disponível em:

**********Orientação para confecção do mapa:**********

1. Copie num papel transparente o contorno dos continentes;
2. Com base num planisfério político (mapa-múndi, disponível em Atlas Geográfico), marque a fronteira entre a América do Norte e América Central, a Europa Ocidental e Oriental, a Rússia e o Oriente Médio;
3. Pinte o mapa nos dados da tabela a seguir. Para isso, escolha uma escala de cores com tonalidade crescente, como do amarelo para o vermelho (se houver dúvida procure seu Professor de Artes, para saber o que é uma “Escala de Cores Crescente”);
4. Para formar as classes de cores, agrupe as regiões em quatro grupos, dois deles abaixo da média mundial e dois acima da média mundial;
5. Não se esqueça de colocar o título e a legenda do mapa.
***************** Bom trabalho...Bjus


terça-feira, 2 de setembro de 2008

Os Objetivos do Milênio



O Faça Parte, DESDE 2005, INCENTIVA A PARTICIPAÇÃO DAS ESCOLAS NOS ODM – OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO. Esta campanha foi criada para que as escolas conheçam os objetivos e estimulem seus alunos a participar de projetos de voluntariado relacionados aos temas abaixo:

1. Acabar com a fome e a miséria
2. Educação de qualidade para todos
3. Igualdade entre sexos e valorização da mulher
4. Reduzir a mortalidade infantil
5. Melhorar a saúde das gestantes
6. Combater a Aids, a malária e outras doenças
7. Qualidade de vida e respeito ao meio ambiente
8. Todo mundo trabalhando pelo desenvolvimento


"Precisamos, mais do que nunca, do engajamento dos voluntários para que o nosso desejo de um mundo melhor para todos se transforme em realidade.”

Kofi Annan, Ex-Secretário-Geral da ONU

“Ser voluntário é converter a solidariedade de todos nós em ação efetiva.”

Milú Villela, Presidente do Faça Parte – Instituto Brasil Voluntário
http://www.objetivosdomilenio.org.br/objetivos/